14/11/2014 | 17h33 - Publicado por: Assessoria CRO-PI
Servidores estaduais da saúde programam ato público e cobram pagamento do plano de cargos e salários
Os Sindicatos temem que o pagamento não seja realizado

Os representantes de Sindicatos de várias categorias de servidores do Estado se reuniram, nesta sexta-feira (14), na sede do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Piauí (SINDESPI) para discutir e traçar estratégias para garantir o pagamento do plano de cargos e salários da categoria.

 

“Estivemos no Palácio de Karnak e protocolamos uma tentativa de conversa com o Governador ou outra pessoa que pudesse nos atender. Mas não obtivemos resposta. Por isso, resolvemos marcar esta reunião de emergência pra conversar com os representantes do servidores”, explicou o diretor do SINPOLJUSPI, Vilobaldo Carvalho.

 

Os Sindicatos temem que o pagamento não seja realizado. Por conta disso, dois atos públicos ficaram marcados durante a reunião. Na próxima terça-feira (18) os dirigentes sindicais estarão na Assembleia Legislativa para solicitar aos deputados uma audiência pública para discutir a situação dos servidores do Estado e pedir a suspenção da PEC 02/2014, que garante aumento para a categoria dos auditores fiscais do Estado. Outro ato está marcado para o próximo dia 24 de novembro, às 9:00h, em frente ao Palácio de Karnak, para pressionar o Governo do Estado a receber e negociar com os representantes das categorias.

 

“A nossa preocupação é que as negociações dos planos de cargos e salários sejam cumpridas. E estas não são negociações de agora. Temos categorias que acertaram estes planos há 4 anos e agora correm o risco de não receber. Foram negociações, duras, árduas e que precisam ser cumpridas de acordo com a Lei”, defendeu o diretor do Sindicato dos Odontologistas do Piauí (SOEPI), Marcondes Martins.

 

“Não somos contra o reajuste dos auditores, mas a ação é contraditória. Como é que o Estado diz que não tem dinheiro para pagar os servidores e agora propõe reajuste para uma categoria? Queremos a garantia do recebimento dos salários e reajuste para todas as categorias”, disse o representante do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (SIMPOLPI), Walmdir Bezerra.

 

A alegação do Estado para o não pagamento dos reajustes dos servidores é que o Tribunal de Contas (TCE) impediu o Estado de fazer novas despesas. “A alegação do Governo para o não pagamento do reajuste não tem embasamento, pois todos os reajustes dos servidores desse ano estão programadas há anos, pela Lei. É nosso direito”, disse a delegada Andrea Magalhães, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil. 

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